Meus cabelos passeavam-lhe o rosto. Ele tinha sob as mãos a mesma intenção que demonstrara nos já idos anos da nossa adolescência. O silêncio da tarde tinha o pecado dos motéis luandenses, e os nossos olhos, como pares de ginguenga, atiravam-se castanhas assadas – não sei o que quero dizer com isso; os enigmas que … Continue a ler A estação quebrada
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