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	<itunes:summary>Programa de entrevista e debates com artistas angolanos sobre arte e cultura</itunes:summary>
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		<title>Novos espaços urbanos: a reinvenção dos espaços artísticos e culturais</title>
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				<pubDate>Fri, 28 Feb 2020 17:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kaz Mufuma]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Como lido algures, “a cultura constrói os códigos e as linguagens simbólicas em que radicam os sentimentos de pertença a um colectivo de base territorial.” É, no entanto, neste conceito a que nos enlaçamos para compreender como os novos espaços urbanos dão sustentabilidade à liberdade criativa para a construção de códigos e linguagens simbólicas enquanto “subterfúgio” dos sentimentos das gerações.  </p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Ao atendermos os resultados das manifestações artísticas e socioculturais realizadas neste tempo e espaço comum, somos levados à análise histórica reveladora dos vários interesses a que está associada a cultura através das épocas. “O século XIX representa o momento de estruturação de um espaço social consagrado à cultura tal como o conhecemos hoje em dia” (Centeno, 2012, p. 116). No mundo todo, teatros, óperas, orquestras, museus e bibliotecas multiplicaram-se durante este período graças a um esforço assegurado pelos estados. No entanto, vários são os sentidos adicionados de forma progressiva ao conceito de cultura, mas é sobretudo no século XXI que a ideia de cultura vem conhecendo maiores transformações, reunindo a tudo novas e múltiplas preocupações de uma sociedade em mutação.</p>
<p>Se quisermos, podemos asserir, tal como muitos outros especialistas sociais, que o Maio de 1968 francês foi o marco das grandes revoluções mundiais, e que os espaços para as manifestações artísticas e socioculturais passaram a ser reinventados pelas dinâmicas inerentes a todos os contextos consequentes daquele. Mas não nos inocentamos aos gritos que emitiram, na altura, os muros de Paris: “Ce n’est q’un début” ou “Este é apenas o começo”. Aquele foi só o começo daquilo que, por exemplo, o sociólogo brasileiro Edgar Morin, chamou de “êxtase da História”.  Pois, a propagação dos espaços, lugares e movimentos culturais é, também, o resultado daquele êxtase.</p>
<p>Dentre nós, as manifestações artísticas e socioculturais enquanto, também, produto das revoluções mundiais vêm sendo materializadas nas mais diversificadas plataformas, em lugares onde se revela a pluralidade de ideologias políticas, religiosas, laicas, culturais; lugares onde a criatividade se estabelece quer enquanto recurso simbólico da identidade local, quer como recurso livre de exteriorização individual e/ou colectiva. Neste caso, a cidade de Luanda e algumas outras poucas vão conhecendo novos espaços ou, até mesmo, espaços que se reinventam pelas dinâmicas ecoadas no sorriso dos novos tempos.</p>
<p>A arte no espaço público emerge com vigor. Dentre as inúmeras formas e os distintos contextos em que está presente, ela vem ocupando lugar significativo nos espaços urbanos da sociedade, criando convergências, potencializando contradições, integrando vazios urbanos, reivindicando também a harmonia ao desatacar as contrariedades específicas dos homens. Ela também revela cenários inventivos e, arriscamos mais, cenários inimagináveis à medida que concede a coexistência de todas as manifestações a si inerente a partir das negociações que se firmam entre o campo ampliado da arte e todos outros muitos campos da vida social.</p>
<p>Como lido algures, “a cultura constrói os códigos e as linguagens simbólicas em que radicam os sentimentos de pertença a um colectivo de base territorial.” É, no entanto, neste conceito a que nos enlaçamos para compreender como os novos espaços urbanos dão sustentabilidade à liberdade criativa para a construção de códigos e linguagens simbólicas enquanto “subterfúgio” dos sentimentos das gerações.</p>
<p>***</p>
<p>Num programa específico, o governo angolano estabeleceu a construção, por todo o país, de espaços como Casas da Juventude, como lugar de encontro de culturas e de outas manifestações. Espaços que se diluíram nas políticas desprovidas de identidade que dialogassem com o local em que estão inseridos e, por isso, vão sendo continuados numa correcção convertida em mediatecas; estas vão alargando-se no tempo e sendo, por isso, espaços que propiciem algumas das manifestações artísticas e socioculturais. A abordagem tida na concepção destes projectos passa, muitas vezes, pela intervenção no espaço público circundante. Esta é uma forma de não só enriquecer aquele local com outros usos, mas também de estabelecer, através daquele espaço, uma ligação à cidade, fazendo com que ele se insira na rede de recursos que, em si, dialoguem com a própria identidade local.</p>
<p>A inserção na nossa sociedade de espaços como a Casa das Artes, o Centro Cultural do Rangel, as Mediatecas, a Casa Ubuntu, Clubes de Leitura, Centro Cultural Dr. Agostinho Neto, Livrus,Kassemba Terra Preta, Casa Rede, Centros Recreativos e Culturais e muitos outros que, pela sua natureza, se esquivam do tradicional, constitui os desejados avanços de uma sociedade carente de actividades discriminadas centradas na cultura.Neste ínterim, para descomprimirmos a ideia destes espaços/lugares, optamos, assim, as proposições apresentadas por Tuan (1983, p. 151) ao afirmar que “O espaço transforma-se em lugar à medida que adquire definição e significado e os define como centros aos quais atribuímos valor e onde são satisfeitas as necessidades biológicas”. Assim sendo, por tudo com que se estabelecem, estes lugares constituem novas possibilidades para a acção cultural. Através da concretização de novas práticas culturais e artísticas abertas a várias dimensões da vida e do quotidiano, são lugares que participam na reinvenção do lugar da cultura na cidade e na sociedade.</p>
<p>Segundo Gomes (2002, p.160), o espaço público, na sua definição fundamental,</p>
<p>pressupõe a interlocução entre actores sociais, que buscam manifestar as suas diferenças através de uma inter-relação subjetiva, ou seja, pela comunicação das consciências individuais, umas com as outras, realizada com base na reciprocidade. Entretanto, a relação de reciprocidade estabelecida pelo diálogo só será bem-sucedida na medida em que for permitido ao indivíduo manifestar sua razão, confrontá-la à opinião pública sem obstáculos ou sem subjugar a razão do outro, estabelecendo um debate numa linguagem que possa ser comungada pelos demais.</p>
<p>Deste modo, a concretização desses fins leva-nos a aderir a já supracitada frase de Tuan, com recurso a de Henry (2010, p. 5), pois, nesses espaços, “a cultura apresenta-se como objeto de preocupações estéticas, mas também, e sobretudo, como linguagem. A linguagem de uma crítica à sociedade e aos mundos instituídos da cultura e da arte”. Assim, tais espaços se definem e ganham significados na medida que se realizam, reinventando-se por meio das manifestações artísticas e socioculturais albergados por si, satisfazendo, assim, as mais diversas necessidades dos indivíduos.</p>
<p>Democracia cultural…?</p>
<p>Ao longo do século, o crescimento cultural das cidades é acompanhado por um processo de descentralização espacial, seja em relação à cultura, seja em relação ao lazer, bastando-nos, para isto, observar algumas galerias de arte, bares, bibliotecas, centros recreativos e afins instalados nas periferias; assim, o nascimento ou a reinvenção dos espaços urbanos e suburbanos que suportam as manifestações artísticas e socioculturais representam opções que criam roturas com o elitismo típico dos espaços e lugares dos costumes. Entretanto, devemos também aceitar o lazer, tal conceituou Gomes (2004, p. 124): “[…] uma dimensão da cultura constituída por meio da vivência lúdica de manifestações culturais em um tempo/espaço conquistado pelo sujeito ou grupo social, estabelecendo relações dialéticas com as necessidades, os deveres e as obrigações”. Afinal, aqui o lazer deve ser entendido como um campo específico de actividade em estreita relação com as demais áreas de actuação do homem.</p>
<p>Assim, a perspectiva de democratização cultural materializada por políticos e parceiros, baseada na configuração do fazer crer que ampliar o acesso aos bens culturais e serviços afins é estrita e principal função das políticas culturais, guiadas só por entidades do género, é deficitária, por tender a encarar a cultura e o povo como partes distintas e isoladas uma da outra, afastando-se da visão mais alargada, por desconsiderar que todo indivíduo é também produtor da cultura.</p>
<p>Cá, a democratização cultural ainda se esfarrapa em políticas desentendida, desenquadrada no tempo e estática, pois “não muda as formas de produção e consumo dos bens simbólicos.” Por isso, olhamos atentos aos dizeres críticos de Canclini (1987, p. 49): “a democratização, quando consiste em divulgar a cultura, implica na definição elitista do patrimônio simbólico, sua valorização unilateral pelo Estado e por sectores hegemônicos, e pela imposição paternalista ao resto da população.” Pois, esta propalada “democratização” anula-se pelas opções que se vão criando com o nascimento ou reinvenção dos espaços e lugares nas cidades e periferias. Espaços que se demovem por iniciativa da natureza própria dos tempos, da esfera política e seguem autónomas como fruto de uma sociedade com necessidades de se manifestar.</p>
<p>No entanto, o contexto social deve constituir o elemento fulcral na elaboração de políticas culturais, pois que os gostos, os hábitos quotidianos e a experiência cultural que é construída ao longo da vida e das relações de sociabilidade de cada ser humano vão influenciar o aproveitamento que cada pessoa terá no contacto com as expressões artísticas. Assim, como sujeitos e produtores da cultura, os indivíduos devem participar da elaboração das políticas de cultura para a sua comunidade. Neste sentido, o conceito de democracia cultural nos parece mais adequado para pensar a promoção do desenvolvimento sócio-cultural, passando pela gestão das acções culturais preocupada com a promoção da participação popular e a organização autogestiva das actividades culturais. “O objetivo é incentivar a criação, buscando o desenvolvimento plural das culturas de todos os grupos em relação com suas próprias necessidades.” (Faria, 2003, p. 38).</p>
<p>Portanto, a reinvenção dos espaços ou lugares de manifestações artísticas e socioculturais ― dentro das dinâmicas actuais ―, por tudo que lhes é inerente, constituem-se como lugares de (re)construção da autoestima mais do que individual, social; como lugares de modificação do “eu” social e de descoberta de universos; lugares de transmissão de valores  e de construção de símbolos e códigos. Afinal, elas, as manifestações artísticas e socioculturais, podem e têm que dirigir o indivíduo para consciência, para emancipação individual e colectiva e para transformação social. Uma outra característica que define estes lugares é a interdisciplinaridade, a presença das diversas disciplinas artísticas, mas também a abertura para outros registros que não especificamente artísticos. Partindo desse pressuposto, todos os espaços supracitados e alguns outros poucos que vão surgindo formam palcos de transformações e interacções sócio-políticas, económicas e culturais e, tendo as artes como parte constitutiva e construtora, podendo ser um importante agente estimulador e fazedor das mudanças dentro de uma sociedade, afirmamos que tais lugares devem insistir-se na divulgação e promoção das artes, das manifestações em diferentes dimensões de sua expressão cultural, pois, se estes projetos se apresentam, em primeiro lugar, como artísticos e culturais, são igualmente sociais e urbanos.</p>
<p>BIBLIOGRAFIA</p>
<p>Canclini, N. G. (1987). Políticas Culturales in América Latina. México: Editora</p>
<p>Grijalbo.</p>
<p>Centeno, M. J. (2012). As organizações culturais e o espaço público: a experiência</p>
<p>da rede nacional de teatros e cineteatros.Cidade: Caminhos do conhecimento.</p>
<p>Faria, H. (2003). Políticas públicas de cultura e desenvolvimento humano nas cidades.</p>
<p>Gomes, P. C. C. (2002). Ensaios de geopolítica da cidade. Rio de Janeiro: Bertrand</p>
<p>Brasil.</p>
<p>Gomes, C. L. (2004). Dicionário crítico do lazer. Belo Horizonte: Autêntica Editora.</p>
<p>TUAN, Y. (1983). Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. Trad.: Lívia de Oliveira. São Paulo: Difel.</p>
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		<title>Show, sons e palavras</title>
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				<pubDate>Thu, 04 Jul 2019 14:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Isis Hembe de Oliveira]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>A proposta de reunião de três disciplinas artísticas foi muito bem conseguida. A única ressalva que se faz às organizações esse tipo de evento é um desdobramento mais criativo e eficiente na hora da divulgação. </p>
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								<content:encoded><![CDATA[
<p>As “palavras”
e os “sons” eram como matéria-prima de uma nave espacial que nos abduziu da
LAASP para uma metrópole em que ideias aparentemente conflituantes,
literalmente, partilhavam o mesmo palco.&nbsp;
</p>



<p>Tudo
aconteceu no passado 6 de Junho, numa noite de quinta-feira que tinha tudo para
ser uma noite qualquer. Isso se os jovens da Arte sem Letras não fossem tão
inventivos. Como a realidade, por vezes, supera a imaginação, nada poderia
denunciar que entre a densidade do trânsito de Luanda, entre o impermeável
espaço de estacionamento da cidade, jovens construíssem um laboratório de
democracia. </p>



<p>A
assertividade do evento começou com a precisão de um ponteiro de relógio. A
pontualidade foi como o içar da bandeira de uma organização destemida. Ficou
claro que o compromisso era com os que fizeram esforço de chegar a horas. </p>



<p>O
evento abriu com um Poeta chamado Micro Profecia que fez um diagnóstico social
em que sua análise detectou um vírus. Um vírus que, segundo o autor, tem
conturbado muitos lares angolanos e destruído intimidades: a pornografia. A
seguir, um trio musical assumiu o mastro da viagem, Omwenho Groove; era da
banda. Não podia ser mais apropriado. A partir daquele momento, o evento ganhou
mais vida, como se o nome da banda fosse um presságio do que viria a acontecer
– para os mais distraídos, Omwenho é uma palavra em umbundu que significa vida.
</p>



<p>Posteriormente,
chegou um dos momentos mais aguardados da noite, a apresentação de Willis
Ribeiro que é, actualmente, um dos slammers mais conceituados da nossa praça,
sendo o campeão do Kassamba Slam 2019, e que foi um dos cabeças de cartaz do
evento. A apresentação, a dado momento, integrou a dança contemporânea e a
música. </p>



<p>Momentos
mais adiante, outro anfitrião deu as caras, Dr Beleza era o nome do artista,
também apelidado por Cantor Panó. A experiência musical trazia uma abordagem
provocativa e sensual num ritmo contagiante que fez a plateia levantar e dançar,
dando um show à parte. </p>



<p>O
cantor assumia em suas letras muitas musas inspiradoras que explicitamente
dedicava seus desejos libidinosos. Um dos momentos mais marcantes da noite foi
quando uma dessas musas, aparentemente da religião muçulmana, subiu ao palco a
pedido da plateia para cumprimentar o artista. Sem se desfazer da sua cultura,
aquela jovem mulher deu uma lição de tolerância e conservação dos próprios
nortes morais. </p>



<p>O
espectáculo que começou com um manifesto anti-pornografia, migrou para um mar
de erotismos. Mas havia mais…</p>



<p>A
música deu espaço para o humor. E o irreverente Orlando Capata levou a plateia
dos risos contraídos aos risos descontraídos pela ousadia de satirizar o
feminismo. Esta descontracção típica é de quem percebe que, para aquele
humorista, o universo das opiniões e das piadas eram distintos. </p>



<p>A
proposta de reunião de três disciplinas artísticas foi muito bem conseguida. A
única ressalva que se faz às organizações esse tipo de evento é um desdobramento
mais criativo e eficiente na hora da divulgação. </p>
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		<title>CASA REDE: uma aposta emergente no empreendedorismo cultural</title>
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				<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 08:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira Prazeres]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>A CASA REDE, além de ser uma das respostas necessárias sobre o que a cidade precisa culturalmente, configura-se uma potencialização de ideias por parte de cinco jovens, artistas de áreas distintas – Aneth Silva, Ana Paula Lisboa, Elisângela Rita, Luana Bartolomeu e Bona Ska. É a materialização de um projecto ousado que surge da necessidade vital e constante de respirar arte e cultura por parte destes. Sediada no edifício 47, da avenida Brasil, é um espaço acolhedor, forjado para que os artistas possam potencializar sua produção sem qualquer censura. Uma porta aberta para aqueles que procuram alargar o seu networking, aqui os artistas (e não só) poderão interagir de forma profunda, estreitar laços, criar conexões e partilhar ideias. </p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>«Culturalmente falando, o que é que a
cidade precisa? », essa pergunta remonta de um debate com mais de dois anos. Na
ocasião, muitas foram as respostas e sugestões por parte dos envolvidos na discussão
pelo Facebook. Maioritariamente, foram feitas críticas ao Ministério da Cultura
pela sua incapacidade e olhar passivo ante as questões emergentes da nossa esfera
cultural. Dentre as várias críticas, respostas e sugestões, muitos artistas
apontaram a falta de estruturas, apoios e políticas que lhes permitam dar asas
aos seus projectos. Do mesmo modo, ergueram-se vozes apontando também a
necessidade do fomento ao empreendedorismo artístico-cultural no seio da
juventude. </p>



<p>A par do sector musical que é até então o
mais visado em termos de apoios e patrocínios dos sectores público e privado,
alguns artistas têm vindo a reinventar-se, apostando fortemente na formação
artística e profissional com intuito de cimentar a sua produção. A reinvenção
passa também pela aposta no empreendedorismo cultural e criação de projectos
inovadores e auto-sustentáveis. É inegável que o surgimento de várias
iniciativas independentes no seio do panorama artístico-cultural nacional tem
dado outra pulsação a este sector. </p>



<p>A CASA REDE, além de ser uma das respostas necessárias sobre o que a cidade precisa culturalmente, configura-se uma potencialização de ideias por parte de cinco jovens, artistas de áreas distintas – Aneth Silva, Ana Paula Lisboa, Elisângela Rita, Luana Bartolomeu e Bona Ska. É a materialização de um projecto ousado que surge da necessidade vital e constante de respirar arte e cultura por parte destes. Sediada no sexto andar do edifício 47, da avenida Brasil, é um espaço acolhedor, forjado para que os artistas possam potencializar sua produção sem qualquer censura. Uma porta aberta para aqueles que procuram alargar o seu <em>networking</em>, aqui os artistas (e não só) poderão interagir de forma profunda, estreitar laços, criar conexões e partilhar ideias. </p>



<p>Os criadores da CASA REDE apostam
fortemente nas ideias criativas de outros artistas, na promoção das mais
diversas manifestações artísticas e culturais, no conceito de <em>co-working, co-living, </em>na residência
artística para os interessados em práticas oficinais, na acessória de imprensa
e nos demais serviços que sejam do interesse dos artistas e público nacional. </p>



<p>Todos estes conceitos estiveram em evidência na noite de inauguração, público e artistas interagiram de forma intensa nos diversos compartimentos da CASA REDE. Uma festa que agregou gente dos diversos estratos sociais, sem elitismo e discriminação, onde a arte e a cultura uniram a todos, as fotos, as memórias e testemunhos falam por si. Só posso dizer «Sintam-se em casa!»</p>



<ul class="wp-block-gallery columns-3 is-cropped"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2019/04/56585959_738710073193659_3065824269511426048_n.jpg?w=750" alt="" data-id="3874" data-link="http://palavraearte.co.ao/56585959_738710073193659_3065824269511426048_n/" class="wp-image-3874" srcset="https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2019/04/56585959_738710073193659_3065824269511426048_n.jpg?w=960 960w, https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2019/04/56585959_738710073193659_3065824269511426048_n.jpg?resize=300%2C214 300w, https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2019/04/56585959_738710073193659_3065824269511426048_n.jpg?resize=768%2C549 768w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" data-recalc-dims="1" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2019/04/56890502_738714563193210_9178482675059523584_n.jpg?w=750" alt="" data-id="3873" data-link="http://palavraearte.co.ao/56890502_738714563193210_9178482675059523584_n/" class="wp-image-3873" srcset="https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2019/04/56890502_738714563193210_9178482675059523584_n.jpg?w=960 960w, https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2019/04/56890502_738714563193210_9178482675059523584_n.jpg?resize=300%2C200 300w, https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2019/04/56890502_738714563193210_9178482675059523584_n.jpg?resize=768%2C512 768w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" data-recalc-dims="1" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://i1.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2019/04/56786289_737720746625925_5966950411670650880_n.jpg?w=750" alt="" data-id="3872" 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		<title>Bons ventos para o humor nacional</title>
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				<pubDate>Fri, 19 Oct 2018 08:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Isis Hembe de Oliveira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavrandando]]></category>
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		<category><![CDATA[Comunicação Social]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>O povo angolano sempre foi caracterizado como um povo de sorriso fácil. E não sem motivos, pois não faltam manifestações culturais onde os elementos do humor são evidenciados mesmo quando as circunstâncias sociais não são tão inspiradoras.</p>
<p>Por exemplo, o fenómeno cultural denominado “estiga”, caracterizado como um duelo em que os intervenientes troçam-se caricaturando elementos físicos e psicológicos, parece ignorar a realidade do meio circundante dos nossos musseques onde é habitualmente palco desse evento, a menos que esta realidade sirva para promover mais risos.</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>O
povo angolano sempre foi caracterizado como um povo de sorriso fácil. E não sem
motivos, pois não faltam manifestações culturais onde os elementos do humor são
evidenciados mesmo quando as circunstâncias sociais não são tão inspiradoras.</p>



<p>Por
exemplo, o fenómeno cultural denominado “estiga”, caracterizado como um duelo
em que os intervenientes troçam-se caricaturando elementos físicos e
psicológicos, parece ignorar a realidade do meio circundante dos nossos musseques
onde é habitualmente palco desse evento, a menos que esta realidade sirva para
promover mais risos. </p>



<p>Não
obstante a isso, o nosso universo do humor mais profissional nunca representou,
em quantidade, a nossa inclinação para fazer rir, dado o nosso contexto
sociológico. </p>



<p>Um ou
outro humorista, grupo de humoristas se destaca como referências de uma
geração. Esta realidade, felizmente, parece estar a conhecer o seu fim. </p>



<p>Hoje,
Angola vive uma brisa de uma era que se advinha mais aberta e acolhedora à
liberdade de expressão. Essa condição de certeza contribuiu e contribuirá muito
para a expansão das mais variadas manifestações artísticas anexadas ao humor.
Aliado a isso, temos uma abertura e pluralidade dos meios de comunicação social
que facilitam muito o processo. </p>



<p>Como
consequência, o panorama do humor nacional nunca esteve tão diversificado a
nível de abordagens dos humoristas e a nível de quantidade. Há nomes que vêm se
destacando e até exportando o nome de Angola no exterior, como o caso dos
Tuneza, mas há trabalhos de extrema relevância de notáveis talentos que, aos
olhos da maioria do público, podem ser considerados como emergentes. </p>



<p>É de
destacar, por exemplo, o projecto Goz’A’qui, que congrega humoristas de abordagens
diferentes, periodicamente, e que se desdobra em programas no Youtube de
entrevistas, com pitadas de humor e sátiras sustentadas pelas notícias sobre
política, economia e sociedade que fazem manchetes. </p>



<p>O
Goz’A’Qui traz um humor que abrange a reflexão e a propagação de informação dos
acontecimentos políticos e sociais mais relevantes e tem como mentor o
humorista Tiago Costa ou, simplesmente, TC.</p>



<p>Ladilson
Manuel é um humorista vinculado ao projecto citado, mas que também vem se
destacando com <em>shows</em>, em nome próprio,
por meio do seu canal do Youtube e por outras redes sociais, bem como por via
de <em>shows</em> regulares onde se apresenta
como principal figura de cartaz.</p>



<p>Ladilson
se caracteriza por um humor que privilegia o gozo com personalidade e eventos
sociais que estejam relacionadas à vida de celebridades.</p>



<p>Cotingo,
um humorista que tem como estilo a caracterização caricaturada dos traços
culturais dos povos do sul, normalmente sustenta o seu <em>show</em> na base de anedotas e danças.</p>



<p>Renata
Torres, também associada ao projecto Goz’A’Qui, apresenta-se como uma humorista
que satiriza o quotidiano e as efemérides sociais.</p>



<p>Os
Tunezas, para encerrar, são actualmente o expoente máximo do nosso humor.
Caracterizando-se por uma obra que se estende nas mais variadas plataformas
como TV, palcos nacionais e internacionais e alguma presença nas redes sociais,
principalmente encabeçada por um dos elementos do grupo denominado Gilmário
Vemba, que é notavelmente uma referência firmada no humor nacional. </p>



<p>Felizmente
não se pode esgotar o trabalho em torno do humor que vem se firmando em Angola
numa só edição, muito menos numa só matéria, dada a variedade de propostas.
Mas, uma certeza é inquestionável: se não vivemos os melhores momentos dentro
da história do humor nacional, estamos muito próximos disso.</p>
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		<title>OPELAO ONCÓCUA:  na troca de experiências à busca de desenvolvimento</title>
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				<pubDate>Tue, 28 Aug 2018 05:57:18 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>O OPELAO ONCÓCUA é um certame de carácter académico que visa levar algum conhecimento diferenciado e de qualidade aos munícipes do Curoca, na província do Cunene</p>
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								<content:encoded><![CDATA[
<p><br/></p>



<p>O OPELAO ONCÓCUA é um certame de carácter académico que visa levar algum conhecimento diferenciado e de qualidade aos munícipes do Curoca, na província do Cunene. Pela distância a que se encontra dos centros urbanos, os alunos das escolas do segundo ciclo, professores e quadros da administração local acabam por estar privados de discutir os assuntos que marcam tópico pelo país afora e pelo mundo. Eis o principal fundamento do OPELAO, um evento feito na base de valores democráticos, o que o diferencia, se tivermos em conta a conjuntura político-social, aparentemente, marcada por excessiva censura das discussões, essencialmente, no interior. </p>



<p>Eduardo Rocha Bié, membro fundador e da organização do evento OPELAO ONCÓCUA, cedeu alguns instantes do seu tempo à Palavra&amp;Arte para dar mais detalhes sobre as ideias do evento e a produção por detrás do mesmo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0009.jpg?w=750" alt="" class="wp-image-3381" srcset="https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0009.jpg?w=1280 1280w, https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0009.jpg?resize=300%2C199 300w, https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0009.jpg?resize=768%2C510 768w, https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0009.jpg?resize=1024%2C680 1024w, https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0009.jpg?resize=294%2C194 294w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p><strong>O que nos pode dizer sobre O OPELAO ONCÓCUA, sua essência e objectivos?</strong></p>



<p>OPELAO significa, nas línguas locais mais representativas do município, que acabam sendo todas inteligíveis por serem bantas, um fórum ou espaço onde as pessoas se reúnem para tratar assuntos de interesse comum, visando buscar soluções para as questões levantadas ou partilhar conhecimentos que geram desenvolvimento. ONCÓCUA é o topónimo da vila que acolhe o certame, a sede do município do Curoca. No entanto, podia ser Otyoto Lubango, caso os munícipes do Lubango pensassem em tal coisa ou o já existente Ondjango Feminista, das bravas guerreiras pelos direitos femininos e equilíbrio do género. </p>



<p><strong>O que motivou a iniciativa para um certame com estas características?</strong></p>



<p>O OPELAO ONCÓCUA, já caminha para a sua terceira edição, esta que será realizada nos dias 1 e 2 de Setembro deste ano. A ideia surgiu de um levantamento que eu, na altura Coordenador-Geral do Núcleo da Escola de Formação de Professores, no Curoca, e os meus colaboradores fizemos ao <em>deficit</em> de um espaço que discutisse assuntos multidisciplinares a nível do município, mais ou menos à similitude do que ocorre nas Mediatecas das cidades capitais e/ou Casas da Juventude, para permitir que os nossos alunos crescessem de forma holística, não se circunscrevendo apenas aos conteúdos programáticos. Na altura tinha a designação de ONCÓCUA CONFERENCE. Por ter sido bem acolhido pelos munícipes, na generalidade, reajustamos a designação para OPELAO, a fim de incorporar mais identidade cultural (linguística) ao evento, passamo-lo a tutela do Conselho Municipal da Juventude do Curoca para permitir alargar o seu público alvo. Agora, sem desprimor a modéstia necessária, já o podemos considerar um certame de âmbito regional. </p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0003.jpg?w=750" alt="" class="wp-image-3376" srcset="https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0003.jpg?w=712 712w, https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0003.jpg?resize=199%2C300 199w, https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0003.jpg?resize=680%2C1024 680w" sizes="(max-width: 712px) 100vw, 712px" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p><strong>Há alguma razão, em particular, para que o local do Certame seja em Oncócua e não noutro município do Cunene?</strong></p>



<p><br/>O OPELAO, pelos valores que persegue, entendo que seja um espaço ajustável em todos municípios do interior. Podia ser em Kaluquembe, Caconda, Cuvelai, Virei, enfim. Acho que é, de todo, necessário estender espaços iguais aos demais municípios deixados em segundo plano na abordagem dos assuntos académicos. A necessidade de reduzir as assimetrias regionais, se entendermos que se fará com quadros mais preparados, multidisciplinarment­e, exigi-o. Nós alimentamos a profunda crença de que partilhando conhecimento gera-se desenvolvimento. O OPELAO, como espaço académico não precisa ser ONCÓCUA apenas, que fosse, OPELAO VIREI, BELIZE, CHICOMBA, enfim, saem a ganhar os munícipes e o país, num segundo plano.</p>



<p><strong>A iniciativa é de um pequeno grupo de pessoas. Que apoios, de pessoas ou entidades, têm recebido para garantir a ocorrência do evento?</strong></p>



<p>A Administração Municipal do Curoca, na pessoa do seu Administrador Municipal, o Dr, Francisco Tomé Ngoloímwe, sempre esteve incondicionalmente ao nosso lado dando todo apoio necessário; a Comissão Municipal Eleitoral, na pessoa do seu Presidente João Miguel Mwelihakwa, dando-nos todo apoio material com cadeiras suficientes e meios tecnológicos, aliás, foi ele quem sugeriu o nome OPELAO quando não queríamos mais continuar com o estrangeirismo CONFERECE e, também, não queríamos ser replica do OTYOTO nem do ONDJANGO que já havia no Lubango e em Luanda, respectivamente. As Repartições da Educação e da Saúde também foram sempre muito abertas às nossas solicitações, a quem estendemos um agradecimento descomunal. O facto é que o OPELAO é festa do conhecimento da juventude, na medida em que busca ressarcir as necessidades (nacionais) de debater assuntos democraticamente. O envolvimento dos jovens do município para fazer a actividade factível é impressionante, deles e demais residentes. No entanto, a quem nunca teremos palavras para agradecer é aos oradores que atravessam todas agruras duma via não asfaltada e todos com visibilidade social e vão lá ter, imbuídos de sentimento patriótico de facto. Sem querer entrar em inconfidências, tenho mesmo que dizer, entre nós, organização, já andamos a reescrever o conceito de patriotas, olhando para o “sacrifício” a que se submetem esses heróis.</p>



<p><strong>Por falar nos oradores, o que nos pode dizer sobre os critérios ou motivações para a escolha dos mesmo? Têm pautado pela diversidade geográfica ou há dificuldades em trazer pessoas de várias partes de Angola?</strong></p>



<p>Sobre os oradores, traçamos um perfil e é nesta base que endereçamos os convites. Interessa-nos diversificar a geografia e a perspectiva de abordagem, de acordo com o tema central de cada edição. De acordo ao painel, no perfil que traçamos constam itens como: amar a academia, no sentido de buscar incansavelmente o conhecimento, saber fundamentá-lo e ter vontade de o partilhar (altruisticamente); patriotismo (de facto) contando que quem o seja palmilha Angola sem contar os ganhos, desde que tal odisseia contribua para afirmação do desenvolvimento de Angola. Numa perspectiva muito sintetizada, são esses os nossos alvos. Em geral, não falhamos, na ordem de 80 a 90%. O que nos custam? Nada! Os oradores acedem, gratuitamente, aos nossos convites. Para um ou outro caso, a atender a distância, nos predispusemos a custear os custos de passagem, mas, em geral, os próprios oradores declinam dos valores, depois de lá estarem. Somos uma organização juvenil e não temos tanto, fora de quem nos dá o humilde apoio com o alojamento, transporte e alimentação, de resto vem de nossos bolsos, enquanto parte da organização. Ainda bem que há pessoas que se compadecem com a causa: não haveria OPELAO se os oradores não fossem patriotas!</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0001.jpg?w=750" alt="" class="wp-image-3380" srcset="https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0001.jpg?w=1280 1280w, https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0001.jpg?resize=300%2C199 300w, https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0001.jpg?resize=768%2C510 768w, https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0001.jpg?resize=1024%2C680 1024w, https://i0.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0001.jpg?resize=294%2C194 294w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p><strong>Desde a primeira edição até aqui como avalia o nível de participação das pessoas? Sente que o evento tem sido bem recebido?</strong></p>



<p>O nível de participação é bom mas nos temos engajado a criar condições, partindo mesmo da divulgação, no sentido de o elevar a um nível excelente. Para os objectivos que percorremos, quanto mais pessoas participarem melhor, buscando esbater as muralhas que a falta de conhecimento implanta entre nós. Infelizmente, ainda não temos muito a cultura ou gosto por eventos de carácter académico, quer seja no Curoca, quer noutras partes do país. É muito comum ir-se a um evento deste género, no Lubango, por exemplo, que se diz “cidade do conhecimento” e darmos com uma sala meio vazia, o OPELAO ONCÓCUA tem tido outra sorte, neste capítulo, felizmente. É do nosso interesse que haja uma maior adesão por parte de pessoas que venham de fora do município. Infelizmente não temos condições de albergar a todos que queiram lá estar, com os nossos parcos recursos em transporte, alimentação e alojamento. Portanto, os interessados, de facto, devem abordar a sua participação numa perspectiva de excursão, com tenda, saco cama, fazendo sinergias para, em grupo de amigos mobilizar uma viatura, por exemplo e nós, enquanto organização, assistiremos com o que pudermos, é assim que se faz com outras actividades, como aquela que leva muita gente à Cabo Ledo, Baia dos Tigres. Paralelamente ao OPELAO, o Curoca também suscita muito interesse para quem se interesse pela cultura dos povos bantos. Além de que “uma viagem é sempre um doutoramento que se faz, mas sem diploma”, citando o Pe. Adriano Ukwatchali, um dos dignos oradores da edição passada. </p>



<p><strong>Como tem sido, em termos de gratificação, a jornada do OPELAO ONCÓCUA?</strong></p>



<p>Tem sido gratificante. É gratificante podermos dar um pouco de nós visando dar alguma visibilidade a um município do qual não se fala, quando dele se fala, geralmente, é por razões menos boas: seca, fome e falta de serviços. O OPELAO permite que se conte uma outra história sobre o Curoca, diferente à habitual, o que permite alimentar a ideia de que podemos fazer as coisas acontecerem independente do espaço geográfico e das suas limitações. Numa análise mais acurada, com o melhoramento da imagem que se projecta do município através do OPELAO, pode-se concluir que isso também pode, positivamente, impactar na atracção de quadros de mais qualidade ao Curoca, uma necessidade premente para a prossecução dos desafios com que este espaço se bate. </p>



<p><strong>Que resultados se espera alcançar com a 3ª edição do OPELAO?</strong></p>



<p>O nosso maior desafio, nesta terceira edição, é institucionalizar o OPELAO como espaço de partilha de conhecimento que gera desenvolvimento, fazendo que a sua existência esteja dissociada a um ou dois nomes, de pessoas que estiveram na sua origem. Isso poderá permitir que ele se estenda e seja replicado em outras latitudes do país. É de todo necessário que os jovens discutam transversalmente os problemas do país e busquem soluções académicas para eles.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0007.jpg?w=750" alt="" class="wp-image-3379" srcset="https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0007.jpg?w=1280 1280w, https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0007.jpg?resize=300%2C199 300w, https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0007.jpg?resize=768%2C510 768w, https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0007.jpg?resize=1024%2C680 1024w, https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0007.jpg?resize=294%2C194 294w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p><strong>Este ano o OPELAO escolheu, como um dos temas, “A Qualidade do Ensino em Angola”. O que motivou essa escolha?</strong></p>



<p>Apesar de ser organizado pelo Conselho Municipal da Juventude, o OPELAO não é exclusivo aos jovens, busca agregar todas forças activas da sociedade, combinando os louros da prudência que experiencia dotou aos mais adultos e a ousadia, inovação dos mais jovens. Todos contamos, no combate aos desafios que temos pelo caminho. Este ano elegemos «A Qualidade do Ensino em Angola» como tema central, a partir do qual os oradores convidados irão construir as suas comunicações, apresentando soluções. E «As Autarquias Locais» dando cumprimento a orientação do Conselho da República. Pretendemos promover uma discussão multidisciplinar destas duas questões, para tal convidamos oradores de varias áreas do saber, desde filósofos, juristas, técnicos bancários, servidores públicos, activistas sociais, feministas a docentes universitários, isto tudo no dia 1, para Qualidade do Ensino em Angola, e 2 de Setembro, para Autarquias Locais. Escolhemo-los por serem assuntos articulados. Se por um lado as Autarquias só cumprem os seus nobres objectivos com quadros locais de qualidade, um combate que se vence em salas de aulas, com ensino de mais qualidade, por outro lado, entendemos que as autarquias locais como modelo de governação que permite uma administração de proximidade e apresentação de soluções mais focadas aos problemas concretos das respectivas comunidade, podem contribuir na melhoria da qualidade de ensino, portanto, uma influencia a outra.</p>



<p><strong>Quais são as principais dificuldades com que se deparado, desde a primeira edição até aqui, e que apelo deixa para a sociedade?</strong></p>



<p>Desde a primeira edição as principais dificuldades que temos tido têm a ver com a escassez de recursos que permitam o transporte dos oradores e convidados e o seus alojamentos condignos, temos contado com apoio da Administração Municipal e seus afins e com a disponibilização de recursos pessoais do pessoal da organização, mas é sempre irrisório, sendo que o certame se torna mais exigente, no seu padrão de qualidade, a cada edição. Este ano, por exemplo, temos um número de oradores maior, em relação às anteriores edições. Fica, portanto, lançado o apelo às instituições e pessoas que se revêem na causa, que nos apoiem com o que puderem dar.</p>



<h2></h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0006-1.jpg?w=750" alt="" class="wp-image-3378" srcset="https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0006-1.jpg?w=1072 1072w, https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0006-1.jpg?resize=300%2C199 300w, https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0006-1.jpg?resize=768%2C510 768w, https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0006-1.jpg?resize=1024%2C680 1024w, https://i2.wp.com/palavraearte.co.ao/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180820-WA0006-1.jpg?resize=294%2C194 294w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" data-recalc-dims="1" /></figure>
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		<title>TEDx LUANDA 2018 Vanguardistas nós somos – Uma desconstrução necessária para estruturar o futuro</title>
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				<pubDate>Tue, 21 Aug 2018 14:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Oliveira Prazeres]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Desconstruir o passado, fragmentar o presente e estruturar o futuro foi a tónica máxima para melhor compreender o tema central da última edição do TEDxLuanda. “Vanguardistas nós somos” nos remetia a várias interpretações, que, com auxílio brilhante de 16 TEDx speackers (palestrantes do TEDx), se descortinou melhor o tema que doutrinou mais uma edição do [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[
<p>Desconstruir o passado, fragmentar o presente e estruturar o futuro foi a tónica máxima para melhor compreender o tema central da última edição do TEDxLuanda. “Vanguardistas nós somos” nos remetia a várias interpretações, que, com auxílio brilhante de 16 TEDx speackers (palestrantes do TEDx), se descortinou melhor o tema que doutrinou mais uma edição do TEDxLuanda, que decorreu no pátio da Academia BAI.</p>



<p>O momento introspectivo sobre o nosso estado actual, proposto pelo colectivo Pés Descalço e com auxílio e curadoria de Januário Jano, desenrolou-se num clima eufórico onde cada astronauta buscava beber das experiências e ideias capazes de transformar a nossa sociedade de forma positiva e sustentável e, quiçá, moldar comportamento. Os novos tempos obrigam-nos a estar em constantes reflexões que visam não só o nosso modo de vida mas também o mundo à nossa volta. O tempo, este fragmento volátil precioso, faz-nos questionar o homem que fomos ontem, que somos hoje e que seremos amanhã, de modo que as nossas acções possam ser um referencial de identidade para as gerações vindouras.</p>



<p>É nesta revisitação identitária de experiências vivenciadas por cada um dos oradores que foi possível se religar ao passado, compreender o presente e repensar o futuro. O tema vanguardista foi manifestado em acções concretas que vêm sendo empreendidas, umas no anonimato e outras em pleito mais populistas.</p>



<p>Ao olharmos para alguns problemas actuais que têm surgido em decorrência de vários factores sociais, foi possível revisitar o passado cultural dos nossos ancestrais sem desprender deles na totalidade. A experiência fortemente vivenciada pela Doula e professora de youga integral, Sara Lopes, aquando do nascimento de sua filha e o procedimento de cesariana a que foi submetida, da cisão do vínculo maternal e psicológico que pode ocorrer por tal prática, é um incentivo para que as mulheres possam estar cientes da necessidade de manter o vínculo maternal até os últimos dias da gravidez, optando, se possível, pelo parto natural conforme as práticas dos nossos antepassados. Está prática que, além de promover o bem-estar, é também uma porta que permite à própria mulher a consciencialização sobre o sagrado feminino e elevação da sua autoconfiança.</p>



<p>As belas licções sobre a necessidade de aprofundarmos os conhecimentos histórico e cultural do nosso país para melhor empreendermos acções que permitirão posicionar o homem como o centro de qualquer acção foram, em suma, as abordagens da Advogada, blogger e produtora de cinema, Alexandra Gonçalves, que é hoje uma mulher aficionada pelas narrativas de viagens que empreende nas diversas comunidades do nosso país. É no seu blog “The Alexe Affair” que ela nos faz adentrar em várias comunidades desconhecidas, vivenciando experiências que desafiam o nosso lado emocional e o espiritual. Do mesmo modo, Cabuenha Moniz, instrutor de capoeira, foi um dos ted talks que nos fez viajar pelas fortes raízes da capoeira de Angola que hoje é um produto internacional. De forma inspiradora e por meio de uma performance transcendental, Cabuenha Moniz deu voz as canções e gritos de guerra que eram e são entoados em rodas de capoeira, nas noites recreativas pelos nossos antepassados.</p>



<p><p>Júlio Leitão e Adriano Mixinge, dois grandes investigadores culturais do mercado artístico e cultural, cingiram as suas abordagens no conhecimento comercial e no antropológico cultural angolano e internacional. Júlio Leitão é hoje um coreógrafo com uma vasta obra de reconhecimento internacional. No palco do TEDx, apresentou algumas obras de valores culturais inestimáveis e falou da persistência e relevância cultural do trabalho que vem desenvolvendo. Por outro lado, Adriano Mixingue, crítico de arte, analisou o actual estado do mercado de arte angolano, focando-se, em parte, na história contemporânea da arte angolana, artistas e tendências, e exposições que realçam a diversidade cultural daqueles.</p>

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<p>Alguns oradores, apesar de não pautarem as suas abordagens passando pelo tema central, passaram as suas experiências sócio-profissionais de forma motivacional e descontraída, fazendo-nos olhar para aquelas questões de que, como bem disse Anabela Marques, “O essencial é invisível aos olhos”. É nesta linha de ideias que a actual técnica de recursos humanos falou da sua experiência psicológica ao lidar com a problemática de demissões resultantes da actual e não tão recente crise financeira. O jovem físico nuclear, Akiules Neto, mas que, pelos caminhos e voltas que a vida dá, actua hoje na bolsa de valores, realçou a necessidade de sermos multifuncionais, de sermos pessoas camaleónicas, “canivete suíço”, cuja funcionalidade não se restringe apenas a uma função. É deste modo que, assim como ele, qualquer pessoa poderá explorar outras ferramentas além das académicas, pois a inovação nasce ali onde há diversidade do saber.</p>



<p>Os jovens por serem feitos de sonhos, feitos dessa matéria que nasce de forma consciente ou inconsciente, são sempre os mais questionadores do estado actual do homem que compõe a sociedade. A busca por ferramentas para superar os novos desafios não é apenas tema recorrente do seu quotidiano, mas de uma sociedade que a cada dia precisa dar respostas emergentes sem perder de vista a sua identidade e amor-próprio.</p>



<p>É neste cenário quase que caótico que surgem jovens e pessoas inspiradoras como Erickson Mvezi – um sonhador e empreendedor em ascensão que aplica a sua experiência em ambientes de negócios multiculturais para fomentar o ecossistema de empreendedorismo no nosso país –; Saydi Neto, economista, poeta e filantropo – que é também um cérebro pensante da fundação EDUC, instituição sem fins lucrativos que, nos últimos anos tem desenvolvido projectos de cariz educacional em comunidades carentes no território nacional –; Cláudio Silva, um viajante, escritor e gourmet que empresta todo o seu saber em fazer conhecer vários estabelecimentos turísticos e restaurantes deste magnífico país através do portal de crítica culinária LNL – Luanda Night Life –, o primeiro e único portal de crítica a restaurantes, bares e hotéis. Estes e os demais que, com as suas histórias de vida e persistência, passaram pelo palco do TEDxLuanda 2018 transformaram-se em referências com ideias e acções que visam inspirar a nossa sociedade.</p>



<p>De forma geral, O TEDxLuanda, “Vanguardistas somos”, é, na verdade, uma tentativa concreta de se sair na linha da frente ante os desafios actuais. Ser vanguardista remete-nos a cada um de nós, fazer uma revisitação ao passado social, histórico, antropológico e cultural. Ser capaz de fazer reflexões introspectivas que visam a transformação do nosso eu e da sociedade com ideias e acções que inspiram gerações.</p>
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