Havia ele no meio da necessidade sem domínio no que pretendia fazer. Foi-lhe dado a refeição até que aprendeu confeccionar o seu próprio alimento. Depois do aprendizado, criou o seu próprio caminho na rota do Atlântico, um caminho azul e muito maravilhoso. Eles, o cão do Diogo e os seus amigos, depois de aprenderem a confeccionar, decidiram então saciar outras necessidades, assim como a do ouro, prata e de outros objectos preciosos. Assim, como um exército, criou-se estratégia e meio para o alcance dos seus objectivos, criando rotas que direccionava-se ao continente dos olhos murchos e com certeza que encontrariam lá o que andavam à procura. Ao navegar sobre as águas do Atlântico, num vento tempestuoso que conduzia-lhes ao destino pretendido. No meio de tantas horas de viajem, decidiram então fazer amizade, interrompendo a sua ida ao lugar pretendido.

Depois de criarem ou fazerem novos amigos, decidiram partilhar de tudo um pouco, desde objectos e muito mais. Depois do cão do Diogo e os seus amigos conhecerem a casa dos seus amigos, acharam necessário também levar os amigos na sua residência para fortificar os laços. No meio da boa relação, o cão do Diogo começou a ter interesses diferentes da sua nova amizade, abafando assim a sua boa relação pelos seus interesses pessoais. No meio de um clima quente, o cão do Diogo criou manobras perigosas, fazendo o dono da casa ficar confuso, usando a terra da sua ex-amizade como base. E com ajuda dos seus irmãos, abriram fogo nas tumbus, caçando, de tumbu a tumbu, a sua ex-amizade, para oprimi-la e suar ao seu favor.